Coringão Chopp

CRIADO NO CORINTHIANS, JÔ SE DIZ COM ‘VONTADE QUE NINGUÉM IMAGINA’ E FALA SOBRE ESTREIA NA ARENA

Revelado nas categorias de base do Corinthians e apresentado como contratação do clube já há pouco mais de um mês, o atacante Jô reafirmou vontade ao falar de sua reestreia na equipe alvinegra. Ressaltando emoção neste início de uma nova passagem pelo Timão, o jogador garantiu que será um prazer jogar com a camisa do time alvinegro na Arena em Itaquera.

“Jogar pelo Corinthians é uma emoção que nunca tive em nenhum lugar que joguei. Comecei na base e agora voltei para casa. A emoção é tão grande que vou ficar falando 1 hora e não conseguirei explicar. É um prazer pisar na Arena com a camisa do Corinthians. Eu treinava no CT do Parque Ecológico, época do container e água gelada. Estou com uma vontade de jogar, brigar e fazer gol pelo Corinthians que ninguém imagina”, comentou Jô durante entrevista ao programa “Aqui com Benja!”, do canal à cabo Fox Sports.

Aos 29 anos, o jogador comentou a sua atual forma física. “Tem uma foto que apareceu em que estou gordo, mas é montagem. Apesar de estar em forma, fiz um trabalho com a nutricionista do Corinthians e hoje estou melhor do que antes. Eu não estava tão gordo, aquela imagem montagem”, disse.

Com passagens por grandes clubes e pela Seleção Brasileira, Jô também falou sobre a pressão da torcida e da mídia. “Críticas têm que existir, só não concordo com as que fazem de dentro do campo, pois por onde passei eu fiz história”, opinou o atacante.

Questionado sobre a vida pessoal, o jogador voltou a comentar sobre os erros do passado. Com histórico festeiro durante sua passagem pelo Internacional, entre 2011 e 2012, e pelo Atlético-MG, entre 2012 e 2015, Jô garantiu mudanças em seu estilo de vida nessa nova fase.

“Sempre fui bem-educado pelos meus pais. Quando o dinheiro passou a entrar, mudou. Comecei a beber com mais de 18 anos e já estava casado. Saia da balada e ia para o treino. Passei a não respeitar meus pais e traia a minha esposa. Virei evangélico e a religião ajudou-me muito, pois nada nem ninguém conseguia convencer-me que eu ia para o fundo do poço. Hoje vivo o melhor momento pessoal da minha vida”, relatou.

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